A mobilização pelo abaixo-assinado “Saúde Caixa – 300 Mil Vidas Pedem Atenção”, tem surtido efeito. Já são mais de 24 mil assinaturas pelo texto criado pela empregada aposentada, que milita em defesa do Saúde Caixa, Bete Moreira.
“A Bete é uma empregada aposentada, que não é vinculada a entidades sindicais. Ela milita voluntariamente em defesa do plano de saúde do pessoal da Caixa. Nosso apoio ao abaixo-assinado é o apoio à esta luta, que não é só dela, é de todos nós, empregadas e empregados da Caixa”, explicou o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro.
A ideia principal é que a Caixa melhore a qualidade da rede credenciada e questões operacionais do plano, para melhorar o atendimento aos usuários e prestadores de serviços que atendem pelo Saúde Caixa.
“Também queremos que o banco altere seu estatuto, para que possa cumprir com o que define nosso Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) sobre o custeio do Saúde Caixa”, completou a empregada da Caixa e secretária de Formação da Contraf-CUT, Eliana Brasil.
“Nossa ideia é unir todas as entidades, de representação e associativas, das empregadas e empregados em torno das iniciativas que reivindicam a melhoria do atendimento do Saúde Caixa e o fim do teto de custeio da Caixa com a saúde de seu quadro de pessoal. Precisamos estar unidos, somar forças, para atingirmos nosso objetivo”, completou Eliana, ao lembrar que o ACT do Saúde Caixa prevê que o banco arque com 70% dos custos do plano. Entretanto hoje, devido ao teto de custeio, os empregados pagam quase 50% dos custos.
“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas dos trabalhadores do banco, um plano de saúde que tem diversas coberturas que os planos do mercado não têm, muitas delas, inclusive, acima da exigências da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)”, disse a dirigente da Contraf-CUT.
PRA MELHORAR
Para Eliana, a defesa do Saúde Caixa passa pela melhoria da rede credenciada do plano, principalmente em cidades mais afastadas dos grandes centros financeiros do país e em bairros das periferias das grandes cidades. Passa também pela contenção dos aumentos das mensalidades do plano de saúde.
Fonte: Contraf-CUT

