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CASSI, MAIS UMA VEZ, PROTEGE O BANCO E MANDA CONTA PARA OS ASSOCIADOS

No final de novembro a Diretoria e o Conselho Deliberativo da Cassi alteraram o Regulamento do Plano Associados para aumentar a coparticipação em consultas de 30% para 40% e em serviços de diagnose e de 10% para 20% em terapia. Pretendem arrecadar mais R$ 84 milhões dos associados e zero do BB.

A decisão foi tomada com votos dos diretores e conselheiros deliberativos indicados pelo banco, com apoio do diretor eleito Satoru e do conselheiro eleito Faraco. Os demais representantes eleitos votaram contra.

Para aprovar a medida, que já havia sido sugerida e recusada há pouco, o Conselho Deliberativo incluiu dois artigos, o 25-A e o 26-A, ao Regulamento do Plano de Associados (RPA). Também houve alteração de 10% para 20% na coparticipação em serviços que não envolvam internação, como fisioterapia, RPG, fonoaudiologia e terapia ocupacional.

Diante de medidas como esta, é de se perguntar que motivos a direção do banco teria para negociar com as entidades representativas uma solução para o custeio que preserve a sustentabilidade da Cassi? Enquanto se nega a negociar, o banco segue aprovando com facilidade medidas que o desoneram e transferem a conta para os funcionários, reduzindo as contribuições patronais e aumentando as dos associados.

“Enquanto cobramos a instalação da mesa de negociações com os representantes dos associados, o banco fica jogando bola nas costas dos associados”, critica João Fukunaga, da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) e diretor de Assuntos Jurídicos Individuais do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Fonte: Contraf-CUT

TAGS: #Banco do Brasil

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