O setor financeiro privado brasileiro reduz sua presença física no país, fechando agências e limitando o atendimento presencial. Enquanto isto, o Banco do Brasil não encerrou nenhuma agência, mas o resultado é alcançado às custas de seus funcionários, que têm sofrido com imposição metas inalcançáveis e cobranças excessivas. São muitas pressões, ameaças e humilhações fazendo um efeito cascata no assédio moral, que, não raro, culmina em adoecimento.
No balanço de 2024, o Banco do Brasil registrou um lucro líquido ajustado de R$ 37,896 bilhões em 2024, um aumento de 6,6% em relação a 2023. Outro ponto que marcou o balanço de 2024 foi o aumento da inadimplência no setor do agronegócio. O BB, que responde por 50,1% do crédito agropecuário no país, viu a taxa de inadimplência do setor subir para 2,45% em dezembro de 2024, uma alta de 1,49 ponto percentual em 12 meses.
A atuação do BB no agronegócio é essencial para a economia do país, mas esta inadimplência no agro exige medidas responsáveis para garantir que os pequenos e médios produtores não sejam prejudicados.
Com informações do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte

