Usage: php-cgi [-q] [-h] [-s] [-v] [-i] [-f ] php-cgi [args...] -a Run interactively -b | Bind Path for external FASTCGI Server mode -C Do not chdir to the script's directory -c | Look for php.ini file in this directory -n No php.ini file will be used -d foo[=bar] Define INI entry foo with value 'bar' -e Generate extended information for debugger/profiler -f Parse . Implies `-q' -h This help -i PHP information -l Syntax check only (lint) -m Show compiled in modules -q Quiet-mode. Suppress HTTP Header output. -s Display colour syntax highlighted source. -v Version number -w Display source with stripped comments and whitespace. -z Load Zend extension . -T Measure execution time of script repeated times. 70% SÃO CONTRA PRIVATIZAR EMPRESAS PÚBLICAS - Bancários de Uberaba
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70% SÃO CONTRA PRIVATIZAR EMPRESAS PÚBLICAS

Se algo há de surpreendente na pesquisa Datafolha divulgada hoje é que depois anos e anos de propaganda avassaladora de desmoralização das empresas estatais – com um coral de políticos e comentaristas da mídia dizendo que elas são ineficientes, corruptas, daninhas – haja uma maioria esmagadora da população contrária à privatização do patrimônio público.

Na média, entre as pessoas ouvidas em todo o país, só só duas em cada dez são a favor de privatizar.

Acachapante.

Privatizar só é maioria entre políticos, empresários, jornalistas e todos os que ganham mais de 10 salários mínimos.

priva1Mesmo entre eleitores do PSDB, a maioria (55%) é contra privatizar. É a menor percentagem, encostada na dos eleitores (57%) de Jair Bolsonaro, que se dizia nacionalista e, agora, bate continência para a bandeira norte-americana.

Quanto mais forem expostas suas ganas privatizantes, mais se entenderá o que representam.

Em relação à Petrobras, centro da campanha de detratação, a percentagem se repete e até se amplia, quando se trata de dividi-la com o capital estrangeiro, como está sendo feito pelo governo ilegítimo.

É uma bofetada no pensamento de uma elite que só tem como projeto vender a riqueza do país e o trabalho de seu povo.

E um “puxão de orelhas” nos tolos que acham que é preciso transigir com a defesa do interesse nacional em nome da “modernidade global”.

O povão, como sempre, ensina o caminho aos pretensiosos.

Mas eles teimam em não aprender que o Brasil não pode ser governado como um botequim, que vende a sua mobília.

Fonte Tijolaço

TAGS: #Bancos Públicos

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