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VICE-GOVERNADOR PIORA LEI QUE DIMINUI SEGURANÇA NOS BANCOS

Nada é tão ruim que não possa piorar. Não bastasse a aprovação da desobrigação da instalação de portas giratórias e da presença de vigilantes nos locais em que não há guarda de numerário, em maio deste ano, o governo de Minas vetou o único dispositivo que visava proteger, minimamente, a segurança e a vida bancárias, bancários e clientes.

O Projeto de Lei 434 propôs que, estes locais devem “afixar, em local visível ao público, aviso informando que, em suas dependências, não há guarda de valores, movimentação de dinheiro ou realização de transferências eletrônicas de valores financeiros”.

Em sua única atenção aos argumentos dos bancários, ou como forma de tentar se redimir pelo absurdo que estavam votando, deputados estaduais incluíram este parágrafo para evitar que criminosos adentrassem unidades em busca de dinheiro em espécie. Porém, no texto, foi incluído que o aviso deveria informar, também, a inexistência de transferências eletrônicas de valores financeiros.

Esta redação deu margem para que o vice-governador Mateus Simões vetasse o dispositivo, retirando da lei aprovada a única medida que visava, de alguma forma, preservar a integridade dos trabalhadores.

“O desrespeito e o desprezo agora estão completos. Se a lei aprovada era, em 99%, um ataque à segurança das mineiras e dos mineiros, agora o estrago é de 100%. Não querem dispositivos de segurança nas unidades bancárias, para encher mais os bolsos de banqueiros, e agora, sequer, pretendem informar que não há numerário nas unidades. O desrespeito à vida é total”, denunciou Mônica Brull, diretora do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, que acompanhou toda a tramitação do projeto.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte

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