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Fechamento de agências da Caixa prejudica toda a sociedade

Afeta o caráter público do banco, além de comerciantes, prestadores de serviços e microempreendedores que precisam movimentar seus negócios

Desde 2017 a Caixa Econômica Federal vem fechando agências, movimento que foi intensificado nos anos de 2024 e 2025. Até hoje, 200 unidades pararam de funcionar.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Uberaba e Região, Diego Bunazar, isso é a fragilização do caráter público do banco, o que desagua em grandes prejuízos, sejam sociais, econômicos ou trabalhistas. Para ele, tudo que acontece no Brasil passa pela Caixa, ou seja, pandemia, Bolsa Família, BPC, abono salarial, FGTS, e muitos outros benefícios. “Não dá pra esquecer, por exemplo, o que aconteceu na pandemia, com pessoas desesperadas, engrossando filas imensas, período em que os empregados da Caixa prestaram um serviço inestimável ao povo brasileiro, mediante imenso sacrifício”, afirma.

Com esta redução física, os mais prejudicados são os cidadãos mais vulneráveis.

Mas também, esta redução de agências físicas afeta comerciantes, prestadores de serviços e microempreendedores, que precisam movimentar seus negócios e atrair clientes que circulam na região.

Na visão do Sindicato dos Bancários de Uberaba, diante dos desafios que se colocam hoje para o país, agências deveriam estar sendo inauguradas e não encerradas, inclusive com realização de concurso público.

 

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