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ELEIÇÃO DA CASSI ESTÁ NA RETA FINAL. VOTE CHAPAS 2 E 55, APOIADAS PELO SINDICATO

A votação da eleição da Cassi – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – está na sua reta final. A votação segue aberta só até nesta segunda, 23 de março. O pleito vai definir a diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, além dos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. Não deixe para a última hora e vote agora nas chapas 2 e 55, apoiadas pelo Sindicato.

Com a votação se aproximando do encerramento, o chamado é para que todos participem. O voto é decisivo para garantir uma Cassi forte, sustentável e comprometida com o bem-estar dos associados.

PORQUE VOTAR NA CHAPA 2 E 55

Os membros das Chapas 2 e 55 – Cassi para os Associados, acreditam e defendem que a Cassi, a Atenção primária à Saúde (APS) e a Estratégia de Saúde da Família (ESF), tem que estar onde o Associado precisa.

Para isso, vão implantar uma assessoria dedicada, integrada à APS e a ESF, usando tecnologia e inteligência de dados para acompanhar, orientar e reduzir a espera e preocupação de quem precisa de tratamentos complexos.

Defendem a expansão planejada da APS e da ESF com unidades próprias, parcerias e telessaúde, especialmente no interior do país.

Com assessoria ao associado, os tratamentos e acompanhamentos se tornam mais rápidos, acessíveis e humanos e ocorrerão em toda a jornada de cuidado, desde a prevenção até os tratamentos mais complexos. Assim o associado não se sentirá abandonado quando dos processos mais difíceis.

O QUE ESTÁ EM DISPUTA

Mais do que uma simples disputa eleitoral, o processo evidencia diferenças profundas entre projetos e valores. De um lado, a defesa da vida, da ciência e da responsabilidade coletiva. De outro, posições que, no passado recente, colocaram em risco a saúde da população.
As entidades sindicais que apoiam a Chapa 2 e a 55 reforçam que seu compromisso é com uma gestão responsável, baseada em critérios técnicos e no cuidado com os associados.
Esse posicionamento não é novo. Durante a pandemia de covid-19, o movimento sindical esteve na linha de frente na defesa de medidas que ajudaram a salvar vidas, como o isolamento social, o trabalho remoto e a proteção dos trabalhadores. Em um momento crítico, em que o país enfrentava milhares de mortes, essas ações foram fundamentais para reduzir impactos e preservar famílias.
A defesa da ciência foi — e segue sendo — um princípio inegociável. Enquanto isso, setores chegaram a defender o uso de medicamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina, contrariando evidências científicas e colocando vidas em risco.

Para as entidades, esse histórico precisa ser considerado pelos eleitores. A gestão de uma entidade de saúde como a Cassi exige responsabilidade, seriedade e compromisso com decisões baseadas em conhecimento científico. “Defender a Cassi é defender a vida. E isso significa, antes de tudo, respeitar a ciência e agir com responsabilidade”, destaca a coordenadora da Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil, Fernanda Lopes. “Quem estiver à frente da Cassi, vai cuidar da nossa saúde.

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