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Novo modelo de GDP gera bate-boca e constrangimento

Combater a prática de assédio e humanizar o processo de avaliação é difícil. Principalmente quando o setor do banco responsável por ser atento a isso se rende à prática da intransigência.
Os bancários da agência Estilo Uberaba presenciaram fato esta semana que demonstra quão difícil será essa tarefa, colocada como prioridade pela nova gestão.
Segundo relatos recebidos, esta semana a agência recebeu a visita do superintendente estadual e de uma analista da Gepes. A vinculação da manutenção de comissões ao atingimento de resultados foi uma constante.
O que é estranho é a postura da analista da Gepes, quando da apresentação do novo modelo da GDP. Quando questionada se o discurso era condizente com a prática verificada no dia a dia, no que se refere a avaliações e a forma de fazer feedbacks, encerrou o que seria um diálogo e autoritariamente “convidou” a funcionária a se retirar.
O Conexão Individual e o novo modelo da GDP, para o movimento sindical, são elementos do agravamento da gestão por assédio, conforme relatado em matéria do dia 11/07/2023 (“BB apresenta nova plataforma Conexão e avaliação da GDP”). Confira na página da Contraf-CUT. Infelizmente, tal postura apresentada pela analista da Gepes reforça essa impressão.

Mais sobre a Gepes – Enrolar tem sido uma constante. Por diversas vezes a Gepes cancelou reuniões de última hora, e tem sido pouco resolutiva nas demandas apresentadas.
Em Uberaba por exemplo, questionamento feito pelo sindicato sobre prática de remoções compulsórias por parte de gestor da praça, segue sem resposta. Ainda que tenhamos relatado diversos pontos de atenção na atuação do gestor, como adoecimentos, pedidos de descomissionamento em curtíssimo prazo, e denúncias anteriores de assédio em outras praças, até o momento a Gepes não deu retorno.

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